sexta-feira, 3 de junho de 2011

A estrela que ninguém vê!

Há quem ame os holofotes e seu brilho! Coisa de gente! Somos assim mesmo! Esperamos arfantes o reconhecimento do homem e um afago no ego! Já fui assim também! Quis os holofotes, achei que esses eram benignos, mas fui aprendendo com o tempo que quem deseja os holofotes deve entender que o brilho deles por sí só pode trazer algumas queimaduras.

Entendi que pra brilhar, não é preciso aparecer. A prova disso é que, ainda que o céu esteja nublado, e que você não possa ver as estrelas, elas continuam lá brilhando. Quem brilha, deve brilhar pra Deus! Quem quer brilhar pros homens, mais cedo ou mais tarde sentirá o peso da ingratidão e do desprezo. A mesma mão que te aplaude hoje, é a mão que aperta o gatilho amanhã.

Entendi também que homens que brilharam para Deus, foram rejeitados pelos homens de sua geração. João Batista, homem que o próprio Jesus avalizou dizendo que "dentre os nascidos de mulher, não haveria ninguém como João Batista. Gente como Paulo o apóstolo que era "persona non grata" em muitas sinagogas a ponto de Eusébio de Cesaréia relatar em um de seus tratados que quando a morte de Paulo chegou a uma sinagoga famosa, o sacerdote da mesma exclamou: "Graças a Deus que levou aquele arrogante que chamava pra si atenção e que batia nos púlpitos de forma deselegante."

Que possamos entender que nosso brilho resplandecerá mesmo entre as mais sombrias nuvens e o mais denso nevoeiro, porque Deus não enxerga como enxerga o homem, mas enxerga além de toda e qualquer barreira que se oponha entre Ele e os seres humanos.

E no mais, tudo na mais santa paz!

4 comentários:

  1. Pastor, achei fantástico o post, muito legal mesmo, me deu uma força a mais pra conseguir sobreviver neste mundão véio que cara, só puxa pra baixo. Obrigado pastor.

    Se tiver oportunidade, dá uma olhada no meu blog também.

    Obrigado.
    http://gruposaldearte.blogspot.com/

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  2. O nosso problema é ue sempre queremos ser destaque no desfile, e mesmo que não fazemos destaque, temos a necessidade de apenas fazer parte do desfile, disse Ravenhill em um dos seus Livros. Na minha opinião, o homem nem ao menos se conhece qd afirma que não quer ser reconhecido, porque muitos de nós ja fizemos isso, mas no fundo queriamos sim... Espero que em minha vida tb perdure o desejo e a necessidade de ter meu nome reconhecido apenas no céu e no inferno, não neste mundo... devemos mesmo preferir que o inferno nos conheça, do que este mundo, assim como conhecia a Paulo, pois disse uma vez "paulo eu conheço, o Deus dele tb, e vcs, quem são?" Soli deo Glória
    @walterkano

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  3. Pois é... Que cresça Deus e eu diminua!

    Pus um banner dessa benção em meu humilde blog! Orando constantemente por ti pastor!

    Paz!

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  4. Márcio de Souza4 de junho de 2011 12:39

    Obrigado minha irmã! Deus abençoe!

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