terça-feira, 26 de abril de 2011

O que é realmente o fundamentalismo?



CONCEITO: O fundamentalismo, não busca o novo mas tenta resgatar o velho.
OBJETIVO: Preservar a fé cristã contra novas formas de pensamento.
OS ALICERCES: Surgiram no fim do século XIX no combate ao liberalismo e foi uma forma de reação e não de ação. O fundamentalismo só se tornou consciente na segunda década do século XX.

SUA TEOLOGIA OU DOUTRINA:
  •  Em relação a bíblia: Inerrância absoluta quanto aos manuscritos originais, a alta critica é altamente inadmissível, e é proibido contextualizar a bíblia.
  • Em relação a cristologia: A deidade de Cristo é um fanatismo entre eles “Ele é Deus e acabou”. Nessa brincadeira qualquer afirmação sobre a humanidade de Cristo é suspeita. Enfatizam o nascimento virginal de Cristo.
  • Em relação aos milagres: São intervenções divinas sobrenaturais nos eventos da natureza, ao contrario do que pensam os liberais.
  • Em relação a escatologia: Preocupam-se em manter viva a expectativa a volta de Cristo relativizando sempre as coisas da terra.

Gostam de esquematizar a bíblia em períodos chamados dispensação. O dispensacionalismo é pré-milenista e é dividido em sete períodos: inocência, consciência, governo humano (começando com Noé), promessa lei (de Moisés a Cristo), graça (era da igreja) e o reino (milênio).

O FUNDAMENTALISMO PODE SER IDENTIFICADO E DETECTADO NAS PESSOAS POR CRENÇAS COMO:

1- Gosto exagerado por profecias abandonando os demais quadros da fé cristã.
2- Prontidão para a volta de Cristo.
3- Insistência em sinais.
4- Radicalismo (quem não crê no que eles crêem não são cristãos).
5- Desconfiança com a ciência e todo conhecimento que não tem base bíblica.

Diante desse quadro responda com sinceridade a igreja brasileira é ou não é fundamentalista?

E no mais, tudo na mais santa paz!

7 comentários:

  1. Texto curto, bem sitetizado e explicado. Parabéns, evangelista.

    Só pra constar, deixo um lembrete: Não deixem de estudar com mais paciÊncia tudo isso, ex. sobre milagres, sobre as responsabilidades políticas e sociais do cristão e sobre a atenção às profecias e a vigilância que Cristo pediu quanto à sua volta.

    Abraço,
    Josué,
    do site www.livrinho.com

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  2. Depende.. se vc estiver falando das tradicionais de quase 1 século ou mais,como a Batista ou a Presbiteriana do Brasil, não acredito que sejam fundamentalistas. quanto as outras não estou tão certo diria que 50% 50% tendendo a fundamentalismo. Infelismente.
    Essa é minha opinião.

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  3. O que conheço sobre Fundamentalismo , pelo menos da parte de homens como : Norman Geisler , Wane Gruden , R C Sproul , e outros - não encaro da forma sistemática que você relatou . Eu sou um fundamentalista no que trata as questões da Fé , Inerrância Bíblica , Pressuposto histórico , etc ...

    Não sou relativista como os liberais , defendo a Verdade Absoluta .

    Não gosto da Escola Alexandrina , sou mais da Escola Antioquena .

    Entendo que a Bíblia não se interpreta subjetivamente , mas através de ferramentas como a própria exegese e hermenêutica .

    Não negocio valores axiomáticos da Palavra de Deus . Entendo que a Bíblia é a Palavra de Deus , e não que contém a Palavra de Deus como os teólogos liberais defendem .

    Hoje há farto material arqueológico que derruba muitas das teses da Alta Crítica .

    Enfim , se ser fundamentalista é defender a Bíblia como um todo , eu sou um fundamentalista .

    Há uma corrente teológica que vem crescendo muito entre os liberais , chama-se : Teologia Relacional , ou Teologia do Processo .

    Em São Paulo quem defende com voracidade tal Teologia é o Pr. Ricardo Gondim .

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  4. Quero parabenizá-lo pela iniciativa da liberdade de expressão neste Blog . Isto não ocorre em outros Blog´s Cristãos . Os post´s estão sempre sendo patrulhados pelos donos dos Blogs .


    Parabéns !!! Que esta iniciativa seja seguida pelos demais blogueiros .

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  5. Mas irmão,não é isso mesmo?Vamos reavaliar as coisas,por que todos estes tópicos se encontram na Palavra de Deus.A paz.

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  6. BREVE CRÍTICA AL PROFETISMO JUDÍO DEL ANTIGUO TESTAMENTO: La relación entre la fe y la razón expuesta parabolicamente por Cristo al ciego de nacimiento (Juan IX, 39), nos enseña la necesidad del raciocinio para hacer juicio justo de nuestras creencias, a fin de disolver las falsas certezas de la fe que nos hacen ciegos a la verdad mediante el discernimiento de los textos bíblicos. Lo cual nos exige criticar el profetismo judío o revelación para indagar la verdad que hay en los textos bíblicos. Enmarcado la crítica al profetismo judío en el fenómeno espiritual de la trasformación humana, abordado por la doctrina y la teoría de la trascendencia humana conceptualizadas por los filósofos griegos y sabiduría védica, instruida por Buda e ilustrada por Cristo; la cual concuerda con los planteamientos de la filosofía clásica y moderna, y las respuestas que la ciencia ha dado a los planteamientos trascendentales: (psicología, psicoterapia, logoterápia, desarrollo humano, etc.), y utilizando los principios universales del saber filosófico y espiritual como tabla rasa a fin de deslindar y hacer objetivo “que es” o “no es” del mundo del espíritu. Método o criterio que nos ayuda a discernir objetivamente __la verdad o el error en los textos bíblicos analizando los diferentes aspectos y características que integran la triada preteológica: (la fenomenología, la explicación y la aplicación, del encuentro cercano escritos en los textos bíblicos). Vg: la conducta de los profetas mayores (Abraham y Moisés), no es la conducta de los místicos; la directriz del pensamiento de Abraham, es el deseo intenso de llegar a tener una descendencia numerosísima y llegar a ser un país rico como el de Ur, deseo intenso y obsesivo que es opuesto al despego de las cosas materiales que orienta a los místicos; es por ello, que la respuestas del dios de Abraham son alucinaciones contestatarias de los deseos del patriarca, y no tienen nada que ver con el mundo del espíritu. La directriz del pensamiento de Moisés, es la existencia de Israel entre la naciones a fin de llegar a ser la principal de todas, que es opuesta a la directriz de vida eterna o existencia después de la vida que orienta el pensamiento místico (Vg: la moradas celestiales, la salvación o perdición eterna a causa del bien o mal de nuestras obras en el juicio final de nuestra vida terrenal, abordadas por Cristo); el encuentro cercano descrito por Moisés en la zarza ardiente describe el fuego fatuo, el pie del rayo que pasa por el altar erigido por Moisés en el Monte Horeb, describe un fenómeno meteorológico, el pacto del Sinaí o mito fundacional de Israel como nación entre las naciones por voluntad divina a fin de santificar sus ancestros, su pueblo, su territorio, Jerusalén, el templo y la Torah; descripciones que no corresponden al encuentro cercano expresado por Cristo al experimentar la común unión: “El Padre y Yo, somos una misma cosa”, la cual coincide con la descrita por los místicos iluminados. Las leyes de la guerra dictadas por Moisés en el Deuteronomio causales del despojo, exterminio y sometimiento de las doce tribus cananeas, y del actual genocidio del pueblo palestino, hacen evidente la ideología racista, criminal y genocida serial que sigue el pueblo judío desde tiempos bíblicos hasta hoy en día, conducta opuesta a la doctrina de la no violencia enseñada por Cristo __ Discernimiento que nos aporta las suficientes pruebas objetivas de juicio que nos dan la certeza que el profetismo judío o revelación bíblica, es un semillero del mal OPUESTO A LAS ENSEÑANZAS DE CRISTO, ya que en lugar de sanar y prevenir las enfermedades del alma para desarrollarnos espiritualmente, enerva a sus seguidores provocándoles: alucinaciones, cretinismo, delirios, histeria y paranoia; propiciando la bibliolatría, el fanatismo, la intolerancia, el puritanismo hipócrita, el sectarismo, e impidiendo su desarrollo espiritual. http://www.scribd.com/doc/33094675/BREVE-JUICIO-SUMARIO-AL-JUDEO-CRISTIANISMO-EN-DEFENSA-DEL-ESTADO-LA-IGLESIA-Y-LA-SOCIEDAD

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