quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Paintball chapa quente!

Confesso que sou facilmente seduzido por um bom jogo de paintball. As armas, o campo estilo labirinto, as fardas, o espírito de grupo que toma conta da galera.

No domingo, nos preparamos e saímos de casa prontos pro combate! Coloquei minha gandola cheia de insígnias, minha munhequeira (pra dar firmeza na hora de sentar o dedo nos trouxas) e fui pra arena. Tinha muita gente diferente dessa vez, uma galera amiga do Diego, outros amigos do Vini e etc... não tinha só crente na parada, e isso me fez vibrar. Começa o jogo, primeiro round tomei um tiro no ombro que ta doendo até hoje. Depois foi tranqüilo exerci meu papel na matança e resolvi meu problema de estima em relação ao primeiro round.

A grande questão é a seguinte: No auge de nossas conversas no hospitalzinho paint, surgiu um assunto e me apresentei como pastor. Os caras endoidaram! PASTOR? Mas pastor pode jogar paintball? Eu respondi que no meu caso eu era o juízo de Deus pra vida deles! E daí começou um bom papo sobre religião e daí pra Jesus. No fim do papo, estávamos trocando cartões de visita e marcando mais um paintball.

Você já se deu conta de quantas oportunidades perdemos por medo de assumir nosso lado maneiro? Você já se deu conta de quanta gente já passou pela sua vida e você não abriu a boca pra falar de Deus por achar que as pessoas te condenariam?

Pois é, o paint é só um exemplo, mas meu negócio agora é exercer minha liberdade e testemunhar em tempo e fora de tempo. Que se dane aqueles que acharem o contrário, mas esses ficarão para trás, presos na teia do legalismo e achando que qualquer ato fora do manual que rolar os levará para o inferno.

De minha parte, estou marcando mais uma partidinha de paintball só pros mais chegados. E aí vamos dar uns tiros na convicção dos não crentes e chamá-los pra perto?

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Mo kushle!

Menina de ouro, filme do Clint Eastwood sobre uma pugilista fenomenal que galga o título mundial com apenas 1 ano e meio de treino, foi para mim, uma das maiores lições de vida dos últimos tempos.

O filme fala de perseverança, de batalhas vencidas, de posturas diante da vida, de superação. Mas o ponto máximo dessa película é quando as lutas acabam e a lutadora sofre um trauma que a deixa tetraplégica. É nessa altura que se testam os reais limites da superação, da sanidade, do equilíbrio. A situação nos propõe um dilema: sobrevida angustiada ou morte conformada. Eu não estou aqui hoje para propor uma resposta a esse dilema, mas para te incentivar a pensar no assunto e comentar esse post.

O amor que brota da relação do treinador com a pupila, um verdadeiro discipulado, se intensifica por conta do sofrimento. O apelido carinhosamente colocado em Galês, se torna o segundo nome da atleta. Em dado momento, no seu leito a beira da morte ela finalmente descobre o significado de seu apelido: Mo kushle quer dizer, minha querida, meu sangue!

Para quantas pessoas você poderia atribuir esse apelido? Acredito que a vida vale a pena quando estamos cercados de “mo kushles” e quando sentimos esse amor manifesto por demonstrações visíveis ainda que as vezes tímidas.

Enquanto escrevo esse post penso na membresia de minha igreja, o quanto são queridos, o quanto são amados e cuidados ainda que não percebam.

Bom vou parando por aqui porque a proposta já foi feita e você precisa comentar, mas fica como homenagem aos meus queridos amigos e irmãos da igreja esse carinhoso apelido, porque a cada dia sinto que vocês são “Meus queridos, meu sangue” ou em outra tradução “Carne da minha carne!”

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Pare, ouça e reflita....depois comente!

Essa é uma homenagem aos meus amigos do CROMBIE para quem não conhece, www.myspace.com/crombies que resgataram a minha vontade de ouvir boa música cristã...
Amo vcs caras! Aproveitem o post! Essa é lá na igreja!