quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A globo e a demonização dos evangélicos

Essa já é velha... a globo demonizar os evangélicos. Isso se dá por conta da briguinha entre a “vênus platinada” e a “igreja do bispo Macedo”. O que mais me impressiona é a falta de protesto ou mecanismos de protesto contra a péssima visão que a globo passa para a sociedade dos neopentecostais, por exemplo.

Falam de abusos da IURD contra as religiões afro-brasileiras, mas ninguém fala do ridículo papel de Juliana Paes como a crente devassa na novela ou do pastor que larga tudo por conta de uma tragédia familiar ou até mesmo do personagem Ezequiel que travou por um tempo uma briga com o terreiro de candomblé de sua mãe e que vivia dando zique-ziras inexplicáveis pelas ruas. É uma vergonha e uma mentira. E além do mais, exageros existem em todas as religiões.

A pergunta é: de onde eles tiram isso? Porque fazem isso? Porque o crente é sempre caricato?

Deve ser porque estudos recentes apontam que a elite intelectual brasileira daqui a 10 anos será em sua maioria evangélica, ou por conta do grande avanço da teologia reformada que ganha a confiança dos brasileiros e rechaça a teologia fedida das mega igrejas.

Existem pastores seríssimos no Brasil, gente que se dedica ao ministério de reconciliação do homem com Deus e que da sua vida por isso, mas isso a globo não mostra. Gente como Ronaldo Lidório, que gasta sua vida entre tribos africanas e nações indígenas para divulgar a boa nova, sujeito a contrair doenças de todo tipo e expondo sua família ao perigo, isso a globo não mostra. Gente como Wildo Gomes da missão vida que usa seu tempo integralmente para recuperar homens de rua, isso, a globo não mostra.

A questão não é boicotar a globo ou deixar de ver televisão, mas de produzir através de oração e de protesto bem estruturado e elaborado uma onda de demonstrações que contrariem o testemunho da globo com respeito aos evangélicos. Precisamos começar a usar nossas atitudes para derrubar o império discriminatório e manipulador da globo e declarar através de nossos atos que Jesus está vivo e que Ele tem discípulos aqui que são promotores de vida e não um bando de loucos.