quinta-feira, 12 de abril de 2007

Meu manifesto pela paz...

O que me moveu a escrever esse pequeno manifesto foi a notícia de que Sérgio Cabral pediu intervenção militar por um ano no RJ. Por um ano seremos inseridos em um regime militar. Não podemos nos calar, vamos escrever sobre isso, vamos opinar... A melhor forma que eu encontrei de me manifestar e expressar minhas sinceras idéias (como diria meu amigo Juliano) é através desse pequeno tratado.

Será que essa é a paz que nós desejamos? Tropas nas ruas e uma doutrina parecida com o regime militar que serão estabelecidas permanentemente no RJ. Será essa a saída? A paz de Sérgio Cabral é a paz que desejamos? Fico com o Rappa que diz o seguinte: "Qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz?"

Eu não acho que conservar tropas na rua seja sinal de paz, mas de guerra. As armas já estavam apontadas para a cara do nosso sossego, só que agora será mais difícil expressar livremente qual a paz que estamos procurando, pois as forças militares estarão reprimindo essas tentativas através do toque de recolher, das poucas palavras e como diz o poeta, "paz sem voz não é paz é medo".

Queridos, a paz de Deus não é dada como o mundo ou Sérgio Cabral querem dar, como Jesus já disse ela é uma paz que excede todo o entendimento e não uma Pseudo-paz. Pedir paz a ímpios é como dar murro em ponta de faca. Eles não querem paz, querem sangue. Vamos orar pra que a paz de Deus se apodere dos corações deles e agir para que a sociedade se conscientize de que a paz que precisamos não é a paz das forças armadas, nem é a ausência de guerra, mas a paz de Deus manifesta pelo amor ao próximo, pela generosidade, pelos atos dos protestantes. Protestemos agindo, e que não conservemos nossa passividade em prol de uma paz ilusória, para podermos declarar que "É pela paz que eu não quero seguir admitindo".

Não se calem divulguem o seu próprio manifesto


Pr. Márcio

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Alerta - Unção de rei

Um raro momento... Peguei-me ouvindo uma rádio evangélica! Papo vai, papo vem e entre as propagandas uma me saltou aos ouvidos: “Venha receber a unção de rei e aprenda a lidar com ela através de três americanos especialistas em empresas de sucesso, eles te ensinarão a administrar a unção de rei !!!!!!!!”

Fiquei estupefato! Unção de rei? Meditei nisso o resto da tarde. No que consistiria? Você recebe a unção e é coroado, exerce ministério de rei, senta num trono e corre o risco de receber muita prosperidade. Fui mais a fundo e constatei o seguinte, seja lá o que for a unção de rei, ela não está de acordo com as escrituras.

Jesus a todo tempo desprezou esse título, toda vez que alguém insistia em colocar uma coroa em sua cabeça ele recusava. Viveu com o necessário e não como um rei, comia como um plebeu e se vestia de forma comum a todos os habitantes de sua localidade. Varrendo a escritura de gênesis a apocalipse, não há nada que aprove a unção de rei e confirme seu estilo de vida. De onde essa comunidade tirou essa história? Porque estão falando de administrar uma unção que não tem valor?

Porque não fazem um seminário com a unção de SERVO? Deve ser porque não da lucro hoje em dia ser servo, não enche igreja e não da IBOPE. Outra coisa que me intrigou é que isso é coisa de americano, e de americano empresário. E como costumamos comer todo lixo que vem da teologia americana eu não hesito em vos alertar... afastem-se desse curso. A única coroa da qual éramos dignos Jesus usou por nós e não era uma coroa de ouro, era feita de espinhos!

E no mais, tudo na mais santa paz!